Fundo

domingo, 18 de agosto de 2013

JUNTOS...

Saí correndo envolta em ventos,
vagando ao redor do pensamento
entre  turbilhão de anseios.
Sem  porto de abrigo
para o meu encontro.

Asas de sonho como velas de navio.
Mãos ao leme do barco sem destino
em alterosas ondas subindo
no recolher da aurora
de um escuro abismo!...

Não pode um navegante assim
lançar amarras na solidão sem rumo.
Há que rever a vida,
procurar a rota,
rever caminhos já trilhados.
Que leve ao final de tal agrura,
o sinal da Esperança,
em Bonança Segura!
(Z.R.C)

Sem comentários:

Enviar um comentário