MEMÓRIAS... de infância
A mesa era larga e comprida. A toalha de um branco imaculado. A refeição daquele Domingo de Páscoa estava pronta...
Alguém de entre os que se reuniam naquela família contou os pratos... um ... dois ... três ... , há um prato a mais, temos que o tirar. A avó, dona da casa, energicamente retorquiu: "não, deixa ficar... os antigos diziam que neste dia devemos ter sempre mais um lugar na mesa, um lugar vago, porque devemos esperar por alguém que há-de vir ocupá-lo".
A "imposição" foi acatada".
Na mente de uma das crianças dessa família, reunida naquele dia, a frase ficou marcada de uma maneira indelével e jamais esquecida.
Porquê tal imposição? Se ninguém veio ocupar aquele lugar à cabeceira da mesa do lado contrário ao do avô?...
... Naquela aldeia, a cultura judaica, soubemos mais tarde, tinha tido alguma expressão. Ainda hoje há resquícios do que teria sido uma pequena sinagoga. A imposição da avó estava, provavelmente, dentro deste contexto, embora ela cristã, mas na grande simplicidade das suas convicções, queria dar lugar ao simbolismo que culturalmente lhe estava entranhado, por qualquer razão e, que talvez, mesmo a ultrapassava no seu grande saber.
Mas, sem dúvida, o lugar vago estava "guardado" para o Messias esperado; Ele era o "ocupante" por excelência para aquele lugar!
Nas andanças da vida, a tradição na família não foi mais levada a sério. Mas o seu significado é profundo. A avó tinha o lugar marcado naquela mesa para Cristo o Messias, o Cristo feito Homem, morto e pregado numa Cruz... que ao terceiro dia RESSUSCITOU dos mortos!
ALELUIA!
FELIZ PÁSCOA!
A "imposição" foi acatada".
Na mente de uma das crianças dessa família, reunida naquele dia, a frase ficou marcada de uma maneira indelével e jamais esquecida.
Porquê tal imposição? Se ninguém veio ocupar aquele lugar à cabeceira da mesa do lado contrário ao do avô?...
... Naquela aldeia, a cultura judaica, soubemos mais tarde, tinha tido alguma expressão. Ainda hoje há resquícios do que teria sido uma pequena sinagoga. A imposição da avó estava, provavelmente, dentro deste contexto, embora ela cristã, mas na grande simplicidade das suas convicções, queria dar lugar ao simbolismo que culturalmente lhe estava entranhado, por qualquer razão e, que talvez, mesmo a ultrapassava no seu grande saber.
Mas, sem dúvida, o lugar vago estava "guardado" para o Messias esperado; Ele era o "ocupante" por excelência para aquele lugar!
Nas andanças da vida, a tradição na família não foi mais levada a sério. Mas o seu significado é profundo. A avó tinha o lugar marcado naquela mesa para Cristo o Messias, o Cristo feito Homem, morto e pregado numa Cruz... que ao terceiro dia RESSUSCITOU dos mortos!
ALELUIA!
FELIZ PÁSCOA!


